O que sempre fui, e não era tradutora.

Nesse texto AQUI expliquei como descobri ou me tornei (ou me soube) tradutora. Certo? Certo. 
Então por que, Francisca, você está dizendo que não é isso?
Porque há algo em mim que pesa ainda mais forte, que grita ainda mais alto e que faz parte do meu nascer tradutório.
Eu sempre fui muito curiosa, muito.
Qualquer coisa sempre quis ver de onde vinha, qualquer palavra, seu significado. Qualquer sentimento, sua origem. Qualquer eletrodoméstico? Vamos ver o que há dentro dele. E assim por diante. mas acima de tudo, qualquer música, o que ela queria dizer?
Essa história vocês já sabem. 
O que é isso se não uma criança curiosa que se tornou uma adulta mais curiosa ainda e com recursos pra isso?

Assim nasci eu, uma tradutora, sim, mas acima de tudo, uma PESQUISADORA.

Não posso mais lutar contra minha natureza, não posso mais clamar pelo afastamento do que me move. Não consigo ficar longe. Eu preciso saber, preciso desbravar, preciso escrever sobre isso. 

Não existe nada tão satisfatório como a finalização de um artigo onde posso contar o que pensei sobre algo, o que deduzi, o que imaginei. 

Tentei ficar longe, não consegui. Sou, acima de tudo, curiosa demais como para deixar de andar por esse caminho. Então boas vindas novamente ao mundo acadêmico. Espero que não tenham me esquecido!

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